Dois dias em Lima são suficientes para conhecer os principais pontos turísticos da cidade, visitar museus, apreciar a paisagem, dar uma volta pelo extenso calçadão e ainda pegar um dos insistentes taxis. Eles ficam rodando e simplesmente buzinando para chamar a atenção das pessoas nas ruas. Em qualquer lugar do mundo você dá o sinal para chamar um táxi, lá eles é que sinalizam para pegar as pessoas. Uma dica para quem for pegar um, em qualquer lugar do país: negocie o valor da corrida antes que ele comece andar. Não existem taxímetros e o valor é negociado diretamente com o motorista. Se não acertar o preço antes, ele terá o direito de cobrar o que for por ter te levado, mesmo que seja uma curta distância.
A comida em todo o Peru é deliciosa. É algo leve, mas com um tempero delicioso, que oferece um sabor aos pratos que não se encontra em qualquer lugar. Em Lima é um pouco especial porque você pode comer de tudo um pouco, claro, freqüentando lugares que sejam visivelmente razoáveis. Mas eles não são poucos e no bairro de Miraflores é possível achar alguns dos melhores restaurantes da cidade e apreciar alguns pratos típicos como o “Cebiche”. O prato é composto por cortes de peixe cru, que você escolhe dentre algumas opções, temperado com limão e ervas. O negócio é muito bom, vale a pena experimentar.
Além do cebiche, não deixe de apreciar os frutos do mar de Lima. A cidade fica na costa do Pacífico, por onde passa uma corrente fria que vem do sul, em direção ao hemisfério norte e permite que uma rica e variada vida marinha se desenvolva do lado da cidade, literalmente. É possível comer camarões, lagostas, ostras e todos os tipos de frutos do mar e em tamanhos pouco comuns para nós, do litoral do Atlântico. Vale a pena comer de tudo um pouco, como nesse prato que está na foto abaixo.
Além do cebiche, não deixe de apreciar os frutos do mar de Lima. A cidade fica na costa do Pacífico, por onde passa uma corrente fria que vem do sul, em direção ao hemisfério norte e permite que uma rica e variada vida marinha se desenvolva do lado da cidade, literalmente. É possível comer camarões, lagostas, ostras e todos os tipos de frutos do mar e em tamanhos pouco comuns para nós, do litoral do Atlântico. Vale a pena comer de tudo um pouco, como nesse prato que está na foto abaixo.
E para os apreciadores das bebidas etílicas, existe uma que não pode ficar de fora do cardápio. O pisco sauer é uma espécie de caipirinha peruana. Os caras pegam o pisco, uma pinga feita a partir de uva, misturam com gelo, limão e mais algumas coisas e servem gelado, quase um frozen, num copo de caipirinha. O negócio é muito bom e dá para tomar uns dois por jantar. Em alguns lugares eles fazem a bebida com diferentes tipos de pisco, alguns mais envelhecidos, outros nem tanto. O sabor é quase o mesmo, a diferença é que a bebida fica mais ou menos leve de acordo com a idade da pinga deles. As mais velhas e mais caras deixam o pisco sauer mais leve, enquanto as mais jovens e em conta dão um sabor mais ardente. A idéia é a mesma das nossas pingas e são tomadas de acordo com o gosto do freguês.
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